Projeto · Identidade + Site + Instagram · 2026

Meliponário
Ânãmã

A marca que nasceu de um desenho à mão do produtor — e voltou pro papel.

/A

Um produto raro,
uma marca improvisada.

SEÇÃO 01 / 05

O Andrei produz mel de abelhas sem ferrão no meio da mata de araucárias, no Paraná. O mel é raro de verdade — uma colônia de jataí faz menos de um litro por ano. Mas a presença digital não contava essa história: vendia pela DM do Instagram, sem identidade, sem site, sem um lugar pra mandar o cliente.

O que já existia de bom

Produto genuíno, manejo agroecológico, e um trunfo raro: o próprio produtor tinha desenhado a marca à mão. Identidade verdadeira, só faltava forma.

Onde subvendia

Sem site, toda venda passava por conversa solta na DM. Sem um espaço que explicasse o porquê do preço, a raridade e o jeito de criar. O improviso achatava o valor.

/B

A direção escolhida
pelo próprio produtor.

SEÇÃO 02 / 05

Em vez de chegar com uma marca pronta, apresentei direções visuais distintas e deixei o Andrei reagir. Ele escolheu a "Caderno de Campo" — papel de verdade, anotação à mão, nada de vetor polido de loja. A identidade foi aprovada pelo cliente final em cerca de 24 horas.

Desenho original feito à mão pelo produtor: abelha jataí e flor azul

O desenho é a marca

A âncora de toda a identidade é o desenho que o Andrei fez à mão: a abelha e a flor azul. Imperfeito, vivo, dele. Toda a paleta, a tipografia e o grafismo saíram daí.

A regra foi não alisar. Marca de mel de mata não pode parecer app de banco. Ela tinha que carregar terra, lápis e floresta.

/C

A identidade,
formalizada.

SEÇÃO 03 / 05

Cinco cores tiradas do próprio desenho, duas tipografias e um grafismo de raiz indígena viraram um sistema reutilizável — que o Andrei consegue aplicar sozinho em qualquer post.

Branco-papel
#F7F4EE
Preto-grafismo
#1A1A1A
Azul-flor
#3A4FB5
Âmbar-mel
#D98E2B
Verde-mata
#2E5339
Display · Fraunces
Mel de mata.

Soft serif artesanal, pesos 600–900. Carrega o tom de caderno sem perder legibilidade.

Corpo · Inter + Grafismo

Inter (400/600) pro texto corrido — limpo e neutro, deixa o desenho falar.

Grafismo de borda consistente com padrão Kaingang. Regra inviolável de respeito cultural: sempre preto sobre papel, nunca colorido, nunca distorcido nem esticado como textura decorativa.

/D

Um site que
vende pela DM.

SEÇÃO 04 / 05

A venda continua na DM do Instagram — é onde o Andrei conversa. O site não é loja: é a vitrine que dá contexto antes da conversa. Cada botão já copia a mensagem pronta pra colar na DM.

Home do site do Meliponário Ânãmã
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Botão que vira DM

Cada "Pedir pela DM" copia a mensagem pronta e abre o Instagram. Zero fricção, sem e-commerce.

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Diário da mata

Um blog curto de notas — florada, colheita, manejo. Conteúdo que justifica o preço e nutre o Instagram.

/03

Os dois méis, explicados

Jataí e Mandaçaia com sabor, espécie e modo de criar. O cliente entende o que está comprando.

/E

Raridade que se
prova, não que se grita.

SEÇÃO 05 / 05

A tentação era escrever "o mel mais raro do Brasil". Não dá pra provar, então não entra. A marca vende a raridade pela escala real, com fato e fonte — não com superlativo.

< 1 L

de mel por ano em cada colônia de jataí. Feito em litros, não em toneladas.

R$ 800–1.300

por litro é a faixa de mercado do mel de abelha nativa no Brasil.

Exame · Agência Minas, 2024
0

abelhas mortas na colheita. Nativa não tem ferrão; colhe-se só o excedente.

"O mel mais raro do Brasil."  →  "Não chega à prateleira de mercado." Toda frase da marca passa por um filtro: se não dá pra provar, não vai pro site.

/+

A mata, as caixas,
o mel.

REGISTRO
Florada branca na mata de araucárias Flor azul com abelha nativa Potes de mel de abelha nativa

Fotos do meliponário · Telêmaco Borba/PR

Status do projeto
Identidade aprovada pelo produtor e site vitrine construído. Direções navegáveis no visualizador público. Venda segue 100% pela DM do @meliponario.anama.
Tem um negócio assim?

Marca de verdade, no ar em 21 dias.

Se o teu trabalho é bom mas a presença digital não conta a história, eu monto a marca, o site e as redes — e deixo rodando.